As dores que chegam até mim
Quem me procura raramente traz um problema só. Traz um conjunto — e é exatamente nele que o trabalho técnico precisa acontecer:
- Uma disputa de guarda ou convivência que não anda
- Uma falsa acusação que virou obstáculo entre pai ou mãe e os filhos
- Um laudo desfavorável — às vezes negligente, omisso ou incongruente com o que está nos autos
- Sinais de conflito de lealdade ou de implantação de falsas memórias na criança
- E, atravessando tudo isso, as duas perdas que não se recuperam: o tempo e o vínculo
O estudo psicossocial é, muitas vezes, a peça que decide esse conjunto.
Como atuo — nos três tempos do estudo
Antes do estudo
Preparo você para as entrevistas e elaboro os quesitos — as perguntas técnicas que a perita do fórum terá de responder.
Durante
Acompanho o processo avaliativo e uso um direito que quase ninguém exerce: a reunião técnica com a perita.
Depois do laudo
Analiso o laudo linha a linha. Se houver falhas, você tem 15 dias para responder com parecer técnico — e eu o produzo.
Antes: quesitos estratégicos
Elaboro quesitos técnicos e psicológicos dirigidos à perita do juízo — perguntas que obrigam o estudo a olhar para o que importa no seu caso — e preparo, com ética e transparência, as pessoas que serão entrevistadas.
Durante: reunião técnica
Nos próprios quesitos já requeiro a reunião técnica entre assistente e perita — um direito da parte, quase nunca exercido. É nela que o diálogo técnico acontece antes de o laudo ficar pronto.
Depois: análise do laudo
Emitido o laudo, apresento quesitos complementares, peço nova reunião técnica, aponto concordâncias e discordâncias fundamentadas — e, quando há falha real, elaboro o parecer crítico (contralaudo) apontando falhas metodológicas e incongruências com os autos.
Especialidades: análise técnica de falsas acusações e alegações infundadas; conflito de lealdade; sugestão e implantação de falsas memórias; e leitura de linguagem corporal e microexpressões faciais — sempre de forma integrada ao conteúdo verbal e ao conjunto dos autos, nunca como sinal isolado.
Por que um assistente técnico muda o jogo
O estudo psicossocial é feito por profissionais do juízo — psicóloga e assistente social — que atendem dezenas de processos ao mesmo tempo. Sem assistente técnico, a sua versão depende inteiramente de como essas profissionais vão enxergar o caso em poucas horas de entrevista. Com assistente técnico, o estudo passa a responder perguntas tecnicamente formuladas, o diálogo entre pares acontece na reunião técnica, e o laudo final é lido por alguém que sabe exatamente onde procurar acertos e falhas. Não se trata de brigar com a perícia — trata-se de participar tecnicamente dela, como a lei permite e quase ninguém usa.
Compromissos
Atuação em todo o Brasil, 100% online · resposta em até 24 horas · avaliação inicial gratuita · sigilo absoluto · trabalho documental em conformidade com as Resoluções CFP 008/2010 e 06/2019
